domingo, 26 de julho de 2009

Prototype: análise do jogo

Prototype

Ambientado em Nova York, "Prototype" conta a história de Alex Mercer, um homem transformado numa arma biológica, assombrado por seu passado e que luta em uma guerra secreta. Ele, com seus poderes mutantes, é capaz de transformar-se em uma "réplica" perfeita daqueles que atravessam o seu caminho, roubando inclusive habilidades e poderes. Mas o processo é violento, pois ele devora suas vítimas.

Na demonstração feita pelos dois produtores, o objetivo era invadir uma base inimiga e, em seguida, localizar e eliminar criaturas mutantes conhecidas como Brawlers. Porém, nos 20 minutos que vieram a seguir, o que se viu foi um show de violência, com direito a decapitações, desmembramentos, vísceras e muito sangue, é claro. Não que seja ruim, pelo contrário: a liberdade de ação é empolgante. A cidade é enorme, tal qual a versão real, com edifícios de inúmeros andares.

Mercer parece um Homem-Aranha que não precisa de teias, pulando de alturas enormes em cima dos carros que passam pelas ruas, escalando edifícios caminhando pelas paredes, tudo com muita agilidade, velocidade e acrobacia. O protagonista se vê entre carros e pessoas e, nessa hora, nem os inocentes são poupados - "Prototype" se passa numa espécie de guerra entre Mercer, os infectados e os militares, mas muitos pedestres morrem durante a ação.

A história, segundo Bennison e Holmes, envolve muitas conspirações, mistérios e conflitos, mas a demonstração concentrou-se mesmo na ação, transformando Nova York em um caos generalizado, entre explosões, acidentes de trânsito, tiroteios etc. Tudo isso com direito a tanques e helicópteros, que o jogador pode controlar. As batalhas são freqüentes, e Mercer têm vários movimentos para finalizar os oponentes em grande estilo.

Para os produtores, que falam em "Prototype" como o início de uma nova geração de jogos ambientados em mundo aberto, não basta apenas criar uma nova experiência: é preciso oferecer mais. Contudo, embora o jogo seja pareça interessante, a demonstração não mostrou material suficiente para convencer os presentes de tantas expectativas. Mas é bom ficar de olho.

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